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Vitória tem o metro quadrado anunciado mais caro entre as capitais: R$ 15.650 em agosto

Pelo Índice FipeZAP, a capital capixaba fica à frente de Florianópolis e de São Paulo no preço e lidera a alta do ano. Em 12 meses, Manaus subiu mais que todas as capitais, e Porto Alegre ficou perto da estabilidade.

Por Redação Resumo ImobiliárioPublicado em 3 min de leitura
Vitória tem o metro quadrado anunciado mais caro entre as capitais: R$ 15.650 em agosto
Imagem ilustrativa gerada por IA

Em 30 segundos

  1. Vitória teve o maior preço médio anunciado entre as capitais em agosto de 2026, R$ 15.650/m², à frente de Florianópolis, com R$ 13.531/m², e de São Paulo, com R$ 12.143/m².
  2. Nos 12 meses até agosto de 2026, Manaus teve a maior alta entre as capitais, 11,42%, e Porto Alegre, a menor, 0,96%, com o índice geral em 5,49%.
  3. Aracaju tem o metro quadrado anunciado mais barato entre as capitais, R$ 5.826/m², e subiu 9,06% em 12 meses até agosto de 2026.

Para o corretor

Use o ranking para contextualizar, não para precificar: ele mede o preço pedido em anúncios de apartamentos prontos na cidade inteira. Ao falar de valorização com o cliente, diga o período, que aqui é de 12 meses até agosto de 2026, e a fonte.

Para a imobiliária

Quem atua em mais de uma capital pode usar o ranking para calibrar a expectativa de proprietários, mas a avaliação de cada imóvel continua dependendo de negócios fechados e de anúncios comparáveis no mesmo bairro.

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Vitória teve o metro quadrado anunciado mais caro entre as capitais em agosto de 2026: R$ 15.650/m², segundo o Índice FipeZAP de Venda Residencial, calculado pela Fipe com anúncios dos portais do Grupo OLX1,6. Florianópolis vem em seguida, com R$ 13.531/m², e São Paulo aparece logo depois, com R$ 12.143/m²1. A média geral da amostra ficou em R$ 9.954/m²1.

Na ponta de baixo, Aracaju teve o metro quadrado anunciado mais barato entre as capitais, R$ 5.826/m², seguida de Teresina, com R$ 6.032/m², e de Natal, com R$ 6.439/m²1.

Quem mais subiu em 12 meses?

Nos 12 meses até agosto de 2026, Manaus teve a maior alta entre as capitais, de 11,42%1,2. Depois vieram Salvador, com 10,84%, Vitória, com 10,16%, e Brasília, com 9,44%1,2. Aracaju, a capital de metro quadrado anunciado mais barato, subiu 9,06% no mesmo período1,2. O índice geral, que reúne as 56 cidades da pesquisa, subiu 5,49% no mesmo período1,2.

As menores altas foram as de Porto Alegre, com 0,96%, Curitiba, com 2,74%, e Belo Horizonte, com 2,92%1,3. Mesmo assim, todas as 56 cidades acompanhadas tiveram alta de preço em 12 meses1.

Maiores altas entre as capitais

CapitalAlta do preço anunciado em 12 meses até agosto de 2026
Manauscerca de 11,4%1,2
Salvadorcerca de 10,8%1,2
Vitóriacerca de 10,2%1,2
Distrito Federalcerca de 9,4%1,2
Aracajucerca de 9,1%1,2
Fortalezacerca de 8,9%1,3
Natalcerca de 8,4%1,4
Florianópoliscerca de 8,2%1,5
João Pessoacerca de 8,1%1,4
São Luíscerca de 7,3%1,5

Menores altas entre as capitais

CapitalAlta do preço anunciado em 12 meses até agosto de 2026
Campo Grandecerca de 4,6%1,4
São Paulocerca de 3,6%1,3
Belo Horizontecerca de 2,9%1,3
Curitibacerca de 2,7%1,3
Porto Alegrecerca de 1,0%1,2

E no ano?

No acumulado de 2026 até agosto, o índice geral subiu 3,44%, e todas as 56 cidades tiveram alta1. Vitória lidera o ranking do ano entre as capitais, com 10,24%, à frente de Manaus, com 9,19%, e de Aracaju, com 8,15%1. Belo Horizonte e Porto Alegre subiram só 0,01% cada uma no período1.

Só em agosto de 2026, o índice geral subiu 0,53%, depois de 0,46% em julho de 20261. A maior alta do mês entre as capitais também foi a de Vitória, de 1,31%1. Curitiba caiu 0,25% no mês, e Campo Grande e Belém caíram 0,19% cada uma1.

O que o ranking mede?

O FipeZAP acompanha o preço pedido em anúncios de apartamentos prontos, em até 56 cidades, 22 delas capitais6. Não é o valor de negócio fechado, e não inclui imóvel na planta. Na leitura do Resumo, o ranking é bom para conversar sobre tendência e sobre a diferença entre cidades, mas diz pouco sobre um imóvel específico.

O ritmo também mudou. Em 2024, o índice geral subiu 7,73%, e em 2025, 6,52%1. Na leitura do Resumo, a alta mais recente do índice geral mostra um mercado que segue subindo, mas mais devagar, e com diferenças grandes entre as capitais, das que sobem em ritmo forte às que quase pararam.

Na conversa com o cliente

Para o proprietário de Porto Alegre, Curitiba ou Belo Horizonte, o dado ajuda a explicar por que o preço pedido não pode subir no ritmo de Manaus ou de Salvador. Para o comprador de Vitória, ele mostra que a capital capixaba tem, ao mesmo tempo, o metro quadrado anunciado mais caro e a maior alta do ano entre as capitais.

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Fontes

  1. Grupo OLX, DataZAP Report #129, de 09/09/2026, item sobre o Índice FipeZAP Venda Residencial (imoveis.grupoolx.com.br, acesso em 29/09/2026) ↩
  2. Fipe, FipeZap, consulta de dados de venda residencial do índice geral, Manaus, Salvador, Vitória, Distrito Federal, Aracaju e Porto Alegre (fipe.org.br, acesso em 29/09/2026) ↩
  3. Fipe, FipeZap, consulta de dados de venda residencial de Curitiba, Belo Horizonte, São Paulo, Recife, Fortaleza, Goiânia e da capital fluminense (fipe.org.br, acesso em 29/09/2026) ↩
  4. Fipe, FipeZap, consulta de dados de venda residencial de Belém, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Maceió, Natal e São Luís (fipe.org.br, acesso em 29/09/2026) ↩
  5. Fipe, FipeZap, consulta de dados de venda residencial de Florianópolis, Goiânia, São Luís e Teresina (fipe.org.br, acesso em 29/09/2026) ↩
  6. Fipe, Índice FipeZAP, página do índice (fipe.org.br, acesso em 29/09/2026) ↩

Como esta matéria foi feita

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